sexta-feira, 6 de julho de 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Penteados para Noivas, Cenas de um Casamento / Hairstyles for Brides, Scenes from a Marriage

Para valorizar o seu visual no dia do casamento, não basta apenas um vestido de noiva deslumbrante. É primordial investir em um penteado que complete a produção - assim você ficará linda por inteiro.

Para quem escolher o estilo romântico, os cachos no cabelo caem bem. Se você quer mostrar aquele decote nas costas, opte pelos coques ou cabelos presos com rabos elaborados. As tranças também estão em alta.






















Opções não faltam! Difícil é escolher o modelo mais adequado...


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Quebre Gaiolas & Plante Árvores... / Break Cages and Plant Trees ...

Linda a ideia!


Não tenho como plantar árvores no prédio onde moro, mas tenho uma gaiola branca com porta aberta em minha sacada e recebo visitas de pássaros diariamente - nas plantas e na gaiola aberta... Uma delícia, a sensação de recebê- los para beber água e às vezes, tomar banho...

Ser Mãe... Being a Mother ..

Todo dia é "Dia das Mães".



Gosto demais da escritora Lya Luft, pois ela consegue exteriorizar cenas de comportamento de forma clara, real e maravilhosa nos mais distintos papéis dos seres humanos. O texto abaixo foi publicado na revista Veja, edição 2268 em 9 de maio - Dia das Mães, pg. 26. Vale a pena ler e refletir.



Não gosto de escrever sobre ou em datas especiais, mas desta vez falo dessa singular criatura que é a mãe da gente, e dessa mais singular ainda relação entre nós e ela. Entre ela e nós? Hà discrepâncias iniciais: o que sentimos e pensamos não coincide, em geral, com o que ela sente e pensa. Um dos dramas humanos é a distância entre a intenção de quem disse a palavra ou fez o gesto, o olhar, e quem os recebeu e tantas vezes interpretou erradamente, guardando mágoas das quais o causador nunca teve a menor ideia, muito menos intenção.



A intensidade com que sentimentos e cultura caracterizam e oneram as relações humanas, sobretudo essa, de mães e filhos, pode ser pungente. Algumas brincadeiras bobas não são tão bobas: "Mãe de mais, vira mimado; mãe de menos, fica revoltado". Peso excessivo se coloca sobre os ombros de mãe, e de pai também. Se uma boa família, isto é, razoavelmente saudável, em que corra mais forte o rio do afeto e da alegria do que o da frieza e do rancor, tende a produzir indivíduos emocionalmente mais saudáveis, a regra tem muitas exceções. Boas famílias podem conter filhos neuróticos, violentos, drogados, e famílias disfuncionais podem produzir gente equilibrada, positiva, produtiva.



Partindo do princípio de que relações são complicadas, ter um filho mais incrível experiência humana), ter de (ou querer) criá-lo para que seja feliz (seja lá o que isso significa), cuidar de sua saúde, seu desenvolvimento, dar-lhe afeto, bom ambiente, encontrar o dificílimo equilíbrio entre vigiar (pois quem ama cuida) e liberar (para que se desenvolva), é tarefa gigantesca. Que a mais simples mãe do mundo pode realizar sem se dar conta, e na qual a mais sofisticada mãe pode falhar de maneira estrondosa, dando-se conta disso, ou jamais pensando nisso.



Neste universo de contradições, pressões, exigências, variedades e ansiedade em que andamos metidos, qualquer tarefa fica mais difícil, que dirá a de manter, concreta e emocionalmente, uma família numa relação boa dentro do possível. Os compromissos de pais e mães se avolumam, as necessidades e exigências de filhos e filhas se multiplicam, as ofertas se abrem como bocas devoradoras, o stress, a pressa, a multiplicidade de tudo, nos deixam pouco tempo físico para conviver com alegria ou escutar com atenção, e pouca disponibilidade psíquica: também pais e mães estão aflitos.



Se antes o pai chegava em casa à noite cansado, querendo jantar, ler o jornal, olhar um pouco os filhos e a mulher descansar, hoje chegam exaustos os dois: a mãe, além disso, pela constituição biopsíquica com que a dotou a mãe natureza (para preservação da espécie), e pela culpa que nossa cultura lhe impõe (ou é uma culpa natural e inevitável), chega duplamente sobrecarregada. Incluam-se aqui tarefas que parecem banais, como olhar roupa, comida, questões escolares dos filhos, embora hoje uma parcela crescente de pais tenha entendido que, não sendo nem retardados nem deficientes físicos (ou mesmo sendo), podem assumir e curtir esses pequenos grandes trabalhos.



A mãe da gente é aquela que nos controla e assim nos salva e nos atormenta; e nos aguenta mesmo quando estamos mal-humorados, exigentes e chatos, mas também algumas vezes perde a calma e grita, ou chora. Mãe da gente é aquela que nos oprime e nos alivia por estar ali; que nos cuida, às vezes demais, e se não cuida a gente faz bobagem; é a que se queixa de que lhe damos pouca bola, não ligamos para seus esforços, e, mais tarde, de que quase não a visitamos; é aquela que só dorme quando sabe que a gente está em casa, e chegou bem; a que levanta da cama altas horas para pegar a gente numa festa quando o pai não está ou não existe, ou já fez isso vezes demais.



A mãe da gente é o mais inevitável, inefugível, imprescindível, amável, às vezes exasperante e carente ser que, seja qual for a nossa idade, cultura, país, etnia, classe social ou cultura, nos fará a mais dramática e pungente falta quando um dia nos dermos conta de que já não temos ninguém a quem chamar "mãe".



"Parir é dor, educar é amor." - Vanessa da Mata, Cantora.



terça-feira, 3 de julho de 2012

Amarelo no Inverno / Yellow in Winter

Amarelo é lindo! Lembra ouro...

E, para um inverno gostoso, bem quentinho com visitas diárias do nosso querido e muito bem vindo, o Sol, como tem acontecido em Sampa, nada melhor do que usar a criatividade e incluí-lo em nosso figurino do dia a dia - seja para enfrentar o trabalho, o lazer ou até mesmo uma festinha. E o interessante é que a cor amarela e/ou amarelão é simples e chique ao mesmo tempo; combina com muitos outros tons, como por exemplo, marron, preto, azul, vermelho,... e por aí vai.
Então, que tal? Já lembrou de alguma peça neste lindo tom escondida em seu armário? Corra, crie o seu look e, arrase!!!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A Pedra... The Stone ...

Pense nisso: Depende de você o que fazer com todas as pedras que surgirem no seu caminho ao longo da caminhada, OK?


E "vamú que vamú!!!" porque a segundona está apenas começando e há muito o que fazer em várias - das inúmeras, áreas de nossas vidas.
Excelente semana a todos!

domingo, 1 de julho de 2012

Você é Muito Mais... You are Much More ...

"Quando tudo em que acreditamos é baseado nas circunstâncias que experimentamos, corremos o risco de vivenciar a verdadeira realidade." - Carl Johnson



Você é muito mais que seus problemas; mais do que os bens que acumulou; mais do que as dores e aflições que tem experimentado. Imagine se as suas mais angustiantes preocupações não tivessem mais poder para preocupá-lo... E se as suas mais prementes dificuldades não mais tivessem controle sobre você!...


Eis aqui uma excelente noticia: isso é perfeitamente possível. Essa possibilidade não consiste em fugir à dor, nem fingir que ela não existe. Para que as circunstâncias não mais exerçam um exacerbado poder sobre a sua vida é necessário que você entenda que você é muito mais que todos os seus problemas.


Você é alguém amado por Deus; alguém em cuja intenção ele está no processo de burilar, moldar para fazer de você algo muito, muito precioso. No dia de hoje apenas se lembre disto: Você é muito mais!





"O Senhor, teu Deus está no meio de ti, poderoso para salvar-te; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em tí com júbilo." Sofonias 3:17