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terça-feira, 18 de julho de 2017

A ORQUESTRA DO BEM, by Heródoto Barbeiro



Uma orquestra é o melhor exemplo de trabalho em equipe. Sem ela toda a beleza da música sumiria uma vez que cada músico tocaria o que bem entendesse. Não só leria a partitura como bem lhe aprouvesse, mas, levados pelo ego, certamente tocariam sem parar. Iria ser uma loucura e nem o melhor maestro do mundo seria capaz de controlar. Se o autor da música estivesse presente nesse concerto maluco, sairia correndo e exigiria uma indenização pelo assassinato de sua obra. Rui Pereira foi muito feliz no título e no conteúdo do  livro. Voltando à orquestra, antes de aprender a tocar é preciso saber qual é o instrumento escolhido. Não vale a resposta “ qualquer um “. Para ser um virtuose é preciso trabalho, empenho, dedicação, disciplina e acima de tudo gostar do que faz. Sem isso tudo o esforço se perde. Dominar o ego é um aprendizado necessário. Em cada peça musical há destaque maior sobre um naipe de instrumentos e até mesmo um solo ouvido com maior respeito e admiração pela audiência. Assim, todos terão em algum  tempo o seu momento de glória e reconhecimento de seu empenho e propósito.



Há casos que o maestro é dispensável. Isto não quer dizer que não  há liderança, esta pode ser pessoal ou compartilhada. Pense agora em um conjunto de jazz. Todos tocam a mesma música, ninguém atropela ninguém e o resultado é ótimo. Em determinado momento, há um espaço para o improviso. Todos os músicos fazem o improviso e se destacam do conjunto durante algum tempo. Confirmam a tese que em um determinado momento do dia todos nós somos líderes. Há outros exemplos. Quem é o líder em um voo? É o comandante, é claro, e é bom que assim seja. No mundo de rápidas mudanças que vivemos é preciso planejamento, avaliação das forças para realizar o desejo e quais as estratégias que vão ser usadas para vencer. Para isso é preciso estar preparado, treinado e disposto a enfrentar desafios. Contudo é preciso estar atento para o imprevisto, que Nassim Taleb chama de cisne negro, e os budistas de tigre. Ou seja não se  pode baixar a guarda nunca sob o risco de se tomar um knockout. 

Rui Pereira neste Orquestrando a Felicidade no Trabalho aponta de forma didática, leve, bem humorada com exemplos  do dia a dia a direção para o sucesso. É possível trocar a profissão depois de ter feito duas faculdades e obtido certificação para trabalhar? Sim,  conheço um exemplo: eu. Passei a viver de jornalismo aos 42 anos de idade . Deixei de ser professor e advogado, com OAB, para pular de cabeça no jornalismo. Não estou arrependido. Tenho estudado e  buscado conhecimento para entender a revolução que as mídias sociais estão provocando e virando  tudo de pernas para o ar. Agora que tenho mais de setenta anos fiz um estágio na CNN para jovens e inexperientes jornalistas. Estou no segundo grupo, é claro. 

Heródoto Barbeiro, jornalista, âncora do Jornal da Record News e autor de Provocações Corporativas ( Alta Books ), dentre outros livros.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Chris Flores fala de gastronomia, beleza, lifestyle e sua transição para o SBT


Mulher típica da atualidade, multifacetada, tem pinta de modelo mas não é sua primeira carreira. Alta, bonita, estilosa, simpática, mãe, esposa, super  antenada nas mídias sociais e cheia de conteúdo. Participou da comunicação e marketing de governos, prefeituras e campanhas políticas, foi editora e fez reportagens para algumas revistas que circulam por aí. 

Atuou como repórter do jornal Agora, no SBT como coordenadora de comunicação e na Record, foi colunista de celebridades do jornalismo. Fez várias participações no programa A Casa é Sua (Rede TV!), do Programa da Tarde e apresentadora do Hoje em Dia, blogueira do R7, dentre outras atividades.



E foi um dia desses em evento na capital paulista que encontrei a Chris e durante uma gostosa conversa, falamos de tudo um pouco: puxei para a gastronomia, mas claro que  beleza, viagens, trajetória, família não ficou por fora. Confira nosso bate papo para o Portal Universo de Rose: 
http://www.universoderose.com.br/entre-vips/item/1923-chris-flores-fala-de-gastronomia,-beleza,-lifestyle-e-sua-transi%C3%A7%C3%A3o-para-o-sbt.html 

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Jornalista Maju Coutinho, a "Moça do Tempo" fala de seu livro, carreira e vida pessoal


Ela nasceu em São Paulo, fez faculdade de Jornalismo e especialização em política e relações internacionais. Iniciou a carreira na TV Cultura e passou a integrar a equipe da TV Globo em 2007. Começou a trabalhar com previsão do tempo em outubro de 2013, tendo assumido a previsão do tempo do Jornal Nacional e do SPTV 2ª edição em abril de 2015. Sim, ela mesma, a “Moça do Tempo”, Maria Julia Coutinho, 39.

No finalzinho de novembro, aconteceu o lançamento da jornalista Maju Coutinho, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. A autora, responsável pela previsão do tempo no Jornal Nacional, estava disponível para entrevistas e batemos um papo super bacana. Vale salientar que Maju – simpática toda vida (como diz o mineiro) foi recebida com aplausos na Coletiva antes do lançamento. 



A livraria estava lotada, um “mar de gente” inclusive, nas escadas e ela não aguentou tamanha emoção – chorou mesmo, agradeceu muito e ao se recompor, falou sobre como tudo começou, assédios, rotina, enfim, seu atual momento pós vitimização racista na internet. Confira no conversa no Portal:
http://www.universoderose.com.br/entre-vips/item/1898-jornalista-maju-coutinho,-a-mo%C3%A7a-do-tempo-fala-de-seu-livro,-carreira-e-vida-pessoal.html

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Fernando Scherer, o “Xuxa”, nos conta um pouco de sua rotina pós aposentadoria e o que a asma tem a ver com sua vida

Ele começou a ter projeção nacional em 1992. Buscou a natação para combater problemas respiratórios. Aos 14 anos participou das primeiras competições e, nesta época, treinava no clube Doze de Agosto. Começou a ter projeção nacional ao vencer os 50 metros e os 100 metros livre no Troféu Brasil. Nesse dia, os amigos criaram o apelido pelo qual Scherer se tornou muito conhecido: “Xuxa”, devido aos cabelos loiros que o catarinense possuía, que pareciam com os da apresentadora infantil de televisão. Xuxa ganhou muitas medalhas em Jogos Pan-Americanos... (continue lendo no link logo abaixo).



E foi num evento realizado em São Paulo com o tema: “Esportes e asma – a prática de atividades físicas pode ser uma forte aliada ao tratamento medicamentoso” que o Universo de Rose conheceu Xuxa mais de perto e além da palestra com exemplos super bacanas e o médico pneumologista Mauro Gomes, diretor da Comissão de Infecções Respiratórias da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, conversamos um pouco sobre sua trajetória. A calma em pessoa ele vai destrinchando as perguntas numa conversa deliciosa onde falamos de tudo um pouco: asma (risos), família, filhos, treinos, mudanças, vitórias, viagens e claro, gastronomia. Confira!

http://www.universoderose.com.br/entre-vips/item/1883-fernando-scherer,-o-%E2%80%9Cxuxa%E2%80%9D,-nos-conta-um-pouco-de-sua-rotina-p%C3%B3s-aposentadoria-e-o-que-a-asma-tem-a-ver-com-sua-vida.html

quarta-feira, 5 de abril de 2017

quinta-feira, 30 de março de 2017

Só PARA ALGUNS, by Heródoto Barbeiro

          A  elite não suportava mais a nobreza. Só alguns tinham acesso ao controle político do Estado. Tinham perdido a supremacia econômica uma vez que a elite plebeia se enriqueceu com o comércio, a agricultura e as guerras. Por isso ela optou  por derrubar o rei e proclamar um novo regime onde todos tivessem acesso iguais ao Estado. Ou coisa pública. Ou res publica, em latim. A nossa conhecida república. Contudo ao longo do tempo ao invés de acesso igualitário às leis do Estado, a elite patrícia substituiu os alguns de antigamente pelos alguns atuais. Assim, trocaram uma aristocracia por outra, ainda que o nome mudasse de monarquia para república. Coube a uma parte enriquecida dos plebeus movimentar o povo para pressionar que as oportunidades, de fato, fossem iguais para todos. Houve guerra civil, mortes, populismo, manipulação de informações, ditaduras, surgimento do tribuno da plebe até que a república romana foi destruída e substituída pelo império. Novamente o poder e o Estado estava à disposição só de alguns. A lei também.



            Alguns tinham acesso aos títulos de nobreza, podiam votar e ser eleitos senadores. O Império brasileiro foi fundado por alguns. Estes, até o final do Século 19, se constituíram em uma aristocracia que dominava totalmente o Estado. Graças a isso conseguiram empurrar o fim da escravidão negra para o final do século e se  tornar o último pais americano a fazê-lo. Além disso ergueram a coluna da monocultura do café e assentaram a economia sobre ela. Um perigo, qualquer abalo poderia pôr  tudo abaixo, como de fato ocorreu em 1930. O imperador não percebeu que alguns militares apoiados por alguns  latifundiários  e por alguns elementos urbanos queriam trocar o regime de alguns para todos, ou república. Esta não honrou sua essência, ficou nas mãos de uns poucos da oligarquia cafeeira até o desastre do café. O populista e futuro ditador Getúlio Vargas era uma promessa que finalmente a lei seria igual para todos e finalmente a república seria proclamada no Brasil. Não foi bem assim, alguns dominaram à sombra do ditador até 1945.

              Esta não é mais uma jabuticaba brasileira. É um fenômeno global. No entanto é coisa nossa reservar os privilégios para uns poucos como o foro privilegiado onde os acusados são julgados só quando os crimes prescrevem. Alguns poucos tem o direito de nomear fiscais para os ministérios e alguns poucos conseguem encher o porta malas de picanhas e hamburguers. Uns poucos usam e abusam dos jatinhos da FAB e com isso fogem do constrangimento de serem vaiados nos aeroportos ou mesmo dentro dos aviões de carreira. Uns poucos conseguem isenção nas contribuições previdenciárias sob o pretexto que hospitais de luxo e universidades da elite são filantrópicas, Alguns poucos tem  desoneração tributária o que garante o lucro de seus acionistas. Alguns poucos trafegam em carrões oficiais, com vidros escuros a caminho  da feira livre  ou levar o filho para a escola. Uns poucos ainda conseguem se expor e almoçar ou jantar, ou ambos, nos restaurantes da moda. Tudo pago por todos.

Heródoto Barbeiro é âncora do Jornal da Record News e autor de vários livros

terça-feira, 14 de março de 2017

Lançamento do livro "Socorro! Com que roupa eu vou???"

E hoje logo cedo, foi dia de conferir o lançamento do livro: "Socorro! Com que roupa eu vou?" - siiiim, essa parte é muito complicada às vezes - da jornalista gaúcha Mauren Motta. 




Pensando na democratização, o guia ilustrado de Dress Code ilustrado conta com 21 depoimentos de personalidades da moda brasileira. 

O lançamento ocorreu na Galeria Melissa, na Oscar Freire num brunch regado a bate-papo sobre o Dress Code das celebridades com os stylists Juliano Pessoa e Zuel Ferreira. Muito bacana, não vejo a hora de devora-lo (e divulgar as novidades), pois está muito convidativo... 

terça-feira, 7 de março de 2017

Gabriel Medina, surfista, conta um pouco de sua rotina e o que não pode faltar em sua mochila

As férias acabaram para muitos - menos para Gabriel Medina, cria do mar de Maresias e primeiro brasileiro campeão mundial de surf, que vive entre uma viagem e outra para competições.Ele entrou para a elite do surfe aos 17 anos. Em 2014, três anos depois, em Pipeline, no Havaí, o jovem se tornou o primeiro brasileiro campeão mundial. Fenômeno de popularidade, Medina arranca suspiros das jovens e a admiração dos fãs de surfe. Com 1,81 e 74kg, a alimentação do atleta é uma parte importante quando se trata do seu bom desempenho dentro d'água. Na mesa, um prato típico brasileiro se destaca como preferido.


Saudável no prato e na onda, Medina treina pelo menos três horas por dia e come o básico de forma equilibrada: “Sei que preciso me alimentar bem, pois é muito importante para o meu desempenho. Eu exijo bastante do meu corpo. No meu prato sempre tem muito arroz, feijão, frango e salada. Gosto também de comer macarrão. Antes de uma competição, meu café da manhã é sempre pão de queijo, chocolate quente e uma omelete. E eu não tomo nenhum suplemento”, conta Medina.


Confira a matéria na íntegra:
http://www.universoderose.com.br/entre-vips/item/1842-gabriel-medina,-surfista,-conta-um-pouco-de-sua-rotina-e-o-que-n%C3%A3o-pode-faltar-em-sua-mochila.html

domingo, 5 de março de 2017

Cada dia é um presente de Deus!

Sunday! Criador. Domingo. Sol. Natureza. Rosas. Almoço. Família. Amigos. Felicidade. 

"Este é o dia que o Criador fez. Alegremo-nos e regozijemo-nos nele." - Palavras do Rei Davi, na Bíblia Sagrada, Salmos 118 - Mais estilo de vida no www.universoderose.com.br


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Estratégia e Tática por Heródoto Barbeiro




           Há momentos que  a disputa política se assemelha a uma guerra. O objeto final é a posse do poder. O conflito faz parte do jogo democrático desde que transparente, com oportunidades iguais e o acompanhamento dos cidadãos aos seus representados. Essa guerra não pode se basear no logro e na indução ao erro. Mas muitas vezes não há limites éticos para a posse do poder. Por isso uma das táticas é  a capacidade de fingir. Uma ferramenta útil, imprescindível quando se quer ganhar a qualquer custo, nem que seja necessário usar as armas mais primitivas como a mentira, a calúnia e a corrupção. Felipe da Macedônia, pai de Alexandre Magno, dizia que não havia muralha que resistisse a passagem de um burro carregado de ouro. Ou seja porque arriscar os soldados a escalar uma enorme barreira, se do outro lado há pessoas capazes de abrir os portões à noite? Assim, se for capaz de atacar o adversário, finja que está incapaz. Espere que ele baixe a guarda e aplique o mais forte golpe que é capaz de produzir. Nem que para isso seja necessário inventar, caluniar, execrar o adversário. Um bom dossiê sobre ele e sua família também ajuda. Especialmente se tiver filhos menores e jornalistas sabujos que publicam qualquer coisa desde que haja alguma recompensa.


           Uma  tática para iludir o adversário é fingir imobilidade, quando, na verdade se está em  movimento com suas tropas. Divulgar que não é candidato e procurar votos e granjear apoio. Viajar por todo o país com passagens e hospedagens pagas pelos contribuintes parvos e aparvalhados. Assim, pode estar bem próximo do inimigo, digo, adversário, e ao mesmo tempo parecer que está muito longe. Vai ser mais fácil surpreendê-lo. Todavia se ele estiver longe, finja que está bem perto. Não esqueça de atraí-lo para o seu campo com iscas eficientes, como promessa de apoio, desinteresse pelo cargo em disputa, solidariedade ao desejo dele, comprometimento com o interesse público e outros temas que fazem sucesso tanto nas mídias como nas conversas ao pé da orelha. Por isso, prepare-se para enfrenta-lo quando se sentir mais seguro , mas se ele estiver muito forte, evite-o. Espere o melhor momento. A pressa é inimiga também da vitória. Avalie o temperamento do adversário, se for colérico, irrite- o o mais que puder. Faça com que perca o senso e comece a fazer bobagens, não esqueça de divulgar na mídia. Os amigos não apuram noticias, divulgam o que o chefe quiser.

             Arrogância também atrapalha o caminho da vitória. Se perceber essa característica no adversário encoraje o  seu egotismo, elogie o mais que puder. Pague uma claque para que o acompanhe e não deixe nenhuma promessa  dele sem aplausos e slogans da campanha política. Ele deve ficar inflado como um sapo com um cigarro na boca. Se notar que a equipe dele está bem preparada e unida, espalhe o boato, dissemine mentiras, jogue uns contra os outros, divulgue o derrotismo o mais que puder. O bote final pela conquista do poder é saber o momento certo que o adversário está despreparado e surgir de onde não se é esperado. Como uma candidatura alternativa, ou uma troca de comando do governo urdida habilmente. É assim que pensa um estrategista, aquele que está no jogo político não com os olhos voltados para o próprio umbigo, mas a cabeça erguida dos que são capazes de pensar estrategicamente. Essas táticas aqui descritas não são formuladas antecipadamente, porque a conjuntura política muda sempre, como o formato das nuvens. A união de estratégia e tática é o menor caminho para a vitória. 
(Com a colaboração de Sun Tsu e reda sua a Arte da Guerra)

Heródoto Barbeiro é escritor,  jornalista e âncora da RecordNews e R7.com

domingo, 1 de janeiro de 2017

Feliz Ano Novo!!!

Com el maridon

E lá vamos nós para um novo ano. Que tudo de bom (e mais um pouco) aconteça conosco, todos os dias; e claro, na força e direção do Criador seeeempre!

"E sobre tudo o que se deve guardar, guarda o seu coração porque dele procedem as saídas da vida eterna." - Provérbio do Rei Salomão, em Prov.4:23

sábado, 8 de outubro de 2016

Oração do Jornalista...



Deus não deixe eu chegar atrasado à redação.
Que eu possa Senhor cumprir minha pauta, conseguindo informações corretas e úteis, sem aparecer mais que o entrevistado.
Que eu consiga uma boa fotografia.
Que a câmera filmadora não falhe e o motorista esteja disponível.
Senhor, tomara que a internet não saia do ar e que o meu editor não esteja de mau-humor.
Peço-lhe Senhor, muita paz e tranqüilidade durante a entrevista e discernimento para fazer a matéria justa e bem elaborada.
Que o tempo seja suficiente para cumprir a outra pauta que me aguarda, logo em seguida, do outro lado da cidade.
E que o meu trabalho contribua para diminuir a desigualdade social, e ajude a melhorar a qualidade de vida do planeta.
Que eu entregue tudo a tempo e não sofra nenhuma agressão.
Ou pior, seja alvo de uma bala perdida, virando notícia.
Que a matéria seja simples sem ser simplista.
Que não seja prolixa e sim criativa.
Que eu não cometa nenhum erro de português, Senhor, para não ser massacrado pelos colegas.
Principalmente Senhor, que eu não caia no pescoção... que possa pagar minhas contas com esse salário e que nenhum jabá me seduza.
E, finalmente, meu Deus, me ajude para que eu possa entregar tudo revisado e no prazo do dead line.
Assim seja!

* Desconheço a autoria mas é a mais pura verdade...

domingo, 25 de setembro de 2016

Ana Hickmann, simplesmente linda e cheia de charme, lança sua primeira coleção de moda

A empresária segue novo caminho após 12 anos de linhas de licenciamento

Apresentadora, mãe, modelo, mulher e empresária – sempre em forma. Ana Hickmann, 35 anos é descendente de alemães, nasceu em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. 
Iniciou sua carreira bem cedo, aos 15 anos de idade, quando despontou no mercado nacional fazendo as melhores capas do país, assim como os seus primeiros desfiles, conquistou o mercado internacional marcando presença nas passarelas mais importantes como, Nova York, Milão, Paris e Londres.


No Brasil, Ana é mais que uma modelo, é uma celebridade. Fez campanhas para Valisére, Cia Marítima, Ellus, Cori, Vizzano, entre outras, e foi considerada pela revista Vogue brasileira como uma das dez mulheres mais bonitas do país de todos os tempos.

O www.universoderose.com.br conversou com ela. Ana revelou que controla a alimentação sem muitos problemas, se permite doces de vez em quando e aos finais de semana não conta calorias, prefere um bom churrasco. Confira os detalhes de como ela se cuida, planeja seus negócios e distribui seu tempo entre família, maternidade, TV, negócios e pelo mundo afora, em EntreVIPs. Confira!

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Segundona, bem vinda!!!


Bem vinda, Segundona de inverno ensolarada!!! Na força e inspiração do Deus Criador, sempre, e, um cafézinho, por favor? Muitas novidades no www.universoderose.com.br

 "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o seu coração porque dele procedem as saídas da vida." - Rei Salomão, em provérbios 4:23

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Chef Olivier Anquier: um francês com alma e cidadania brasileira

Nascido em Montfermeil, França,Olivier Noel Christian Anquier, conhecido como Olivier Anquier, 57, é chef de cozinha, empresário, escritor e apresentador de televisão franco-brasileiro. Pai de um casal de filhos, Júlia Anquier e Hugo Anquier, frutos de seu primeiro casamento com a atriz Débora Bloch (atualmente é casado com Adriana Alves), o cozinheiro é apaixonado pela cozinha e pelo Brasil. Possui alma e cidadania brasileiras, é naturalizado há quinze anos.


Olivier Anquier sempre ressalta que gosta de cultivar a simplicidade, e é um homem de família. Embora seja um homem aventureiro, um caminhante pelo mundo, já foi considerado “o belo padeiro francês que virou apresentador do canal GNT”.
No lançamento de seu livro, “Diário do Olivier – As receitas da Bocaina”, editora Globo, conversamos ainda mais um pouquinho sobre suas andanças pelas cozinhas do mundo e ele gentilmente nos concedeu esta entrevista. Confira algumas curiosidades do chef!


Confira nossa entrevista na íntegra: 
http://www.universoderose.com.br/entre-vips/item/1627-chef-olivier-anquier-um-franc%C3%AAs-com-alma-e-cidadania-brasileira.html