quarta-feira, 21 de abril de 2010

Parabéns, Brasília!!!

Brasília completa 50 anos nesta quarta-feira. Conheça a história de alguns dos moradores da cidade, que já se orgulham e se apaixonaram pela cidade.
Assista o vídeo, pois a reportagem é bacana, feita pela repórter Gioconda Brasil, diretamente de Brasília.


"A festa começou de madrugada, meia noite, com centenas de pessoas fazendo uma contagem regressiva. No Museu da República foi montada uma enorme tela para mostrar imagens da cidade e de seus personagens históricos.

Às sete da manhã, os sinos de todas as igrejas tocaram juntos. Foi só o começo de uma festa que vai durar o dia todo. Hoje o brasiliense saiu de casa para mostrar o orgulho que sente da capital do país.

Cidade fria, sem esquinas, ilha da fantasia, um mar de corrupção. Para muita gente de fora daqui é assim que capital do país, hoje cinquentona, pode ser resumida.

Essa visão que o Brasil tem da cidade é muito diferente de quem escolheu Brasília para viver. A família da dona Hilda está aqui desde a inauguração. Já são quatro gerações. Nós vamos conhecer melhor essa história.

Chegamos num dia de festa. Aniversário da dona Hilda. 90 anos, momento de recordar a vinda da família para cá.

“Foi bastante difícil, porque saí do meu conforto para entrar em uma cidade que não tinha nada”, diz dona Hilda Martins, pioneira.

Ela veio do interior de São Paulo, com o marido, o seu Cícero - já falecido - e tiveram quatro filhos. O mais velho - Roberto se casou aqui com a Lucimara. Também tiveram quatro filhos. Entre eles, a Roberta que já providenciou mais uma herdeira. A Carolina.

“A gente tem pessoas que são do país inteiro e que elegeram Brasília como sua cidade”, se orgulha Roberta Guaragna, advogada.

Filhos, netos, bisnetos, genros, noras, cunhados. Cinquenta anos de amor pela capital. “Eu adoro Brasília, devo tudo a Brasília. Só isso”, diz José Roberto Martins, funcionário público. “Não gosto quando falam mal de Brasília, eu saio em defesa mesmo, eu acho injustiça, não gosto”, conta Consuelo Martins, funcionária pública.

A cidade que um dia foi projeto, ganhou vida, tem 2 milhões de habitantes. E muitos problemas comuns às grandes metrópoles: violência, engarrafamentos, hospitais lotados. Mas hoje é dia de festa, dia de falar coisa boas. E de tentar traduzir Brasília para o resto do país.

Lívia Machado espera Laís: “Eu quero uma Brasília limpa, feliz, com a politica limpa também e cheia de alegria”.

Dayana Lessa quer que a filha que está chegando, Maria Clara, sinta a cidade do mesmo jeito que ela. “Eu quero que ela realmente tenha essa imagem que eu tenho de gostar de ter nascido em Brasília, de apreciar e de falar: eu moro em uma das melhores cidades do país".

terça-feira, 20 de abril de 2010

Barbie, Âncora de Telejornal e Engenheira

Ao lançar a enquete, a Mattel esperava eleger apenas uma profissão, mas houve um contratempo interessante que justificou a mudança de rumo. Ao final das quatro semanas, a Barbie engenheira da computação estava à frente, mas com um detalhe. A maioria dos votos era de mulheres adultas.
Âncora de telejornal e engenheira da computação são as novas profissões da Barbie. Quem escolheu essas carreiras foram as internautas, que votaram durante o mês de janeiro pelo site Barbie.com ; Havia mais três opções: ambientalista, médica e arquiteta.
O interesse de "gente grande" por essas bonecas foi explicado por um movimento articulado nas redes sociais. Profissionais da área de exatas se organizaram para eleger a engenheira. A Mattel só pôde chegar à explicação analisando o caminho que cada internauta tinha feito até o site da votação.

As que chegaram por meio de links de posts ou matérias do assunto, por exemplo, foram identificadas como eleitoras adultas. A movimentação foi confirmada pela Sociedade de Mulheres Engenheiras dos EUA, que participou do “complô virtual”.

Depois de perceber que o anseio de ver a Barbie engenheira era das mulheres e não das meninas, a Mattel mudou a estratégia. Decidiu que a escolhida pelas crianças também seria retratada.

A âncora de telejornal foi identificada como a favorita entre quem acessou o site diretamente pelo endereço Barbie.com, o que caracterizaria o público infantil.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Psicopedagogia Hospitalar e Empresarial

Nesta semana, entrevisto - no programa Informe-se, a coordenadora do curso de psicopedagogia e arteterapia da Unisa, a profª Flavia Tereza Lima.

De forma bastante clara, ela explica o que significa o tema, as necessidades e ambientes do uso desta nova profissão entre crianças e adolescentes quando ficam doentes e precisam se afastar da escola e das empresas que também podem contar com o apoio do psicopedagogo no momento de uma reestruturação.

Assista também na internet: www.cnu.org.br/live.html

Hoje é o "Dia do Índio!!!

De acordo com a FUNAI (Fundação Nacional do Indio) as principais etnias indígenas brasileiras na atualidade e população estimadas são:

Ticuna (35.000)
Guarani (30.000)
Caiagangue (25.000)
Macuxi (20.000)
Terena (16.000)
Guajajara (14.000)
Xavante (12.000)
Ianomâmi (12.000)
Pataxó (9.700)
Potiguara (7.700)

domingo, 18 de abril de 2010

Tempo para Todas as Coisas...

"Tudo neste mundo tem o seu tempo, cada coisa tem a sua ocasião. Há tempo para nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo para colher, tempo chorar e tempo de dançar, tempo para abraçar e tempo para afastar-se de abraçar, tempo de economizar e tempo de desperdiçar, tempo de ficar calado e tempo de falar, tempo de guerra e tempo de paz..." - Eclesiastes 3:1-8 (rei Salomão)
E na interpretação do Rev. Charles Lewis Slattery (1867-1930):
Por vezes temos tempo nublado, por vezes ensolarado...
Às vezes temos prazer, outras vezes, dor.
A vida é um grande misto de felicidade e tragédia.
Aquele que se dispõe a aceitar tudo, a encarar tudo e deixar que a vida venha sobre ele com toda a sua força, mistério e tragédia, atingindo até o mais profundo de seu ser, esse sai dela enriquecido.
A vitória que consquistamos dessa maneira fica em nossa posse por toda a eternidade.

sábado, 17 de abril de 2010

Só um Lembrete do Quintana...

Recebi de minha amiga Márcia e realmente é algo pra ser considerado em dias tão conturbados, nos quais tentamos levar a vida "com proveito".
'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'
Mário Quintana - 1906-1994 - poeta, tradutor e jornalista brasileiro

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Bambu, uma Rica Mensagem

Recebi esta mensagem de uma de minhas amigas e colega de Jornalismo hoje, a Leila, e a achei simplesmente maravilhosa. Dêem uma olhada:
Depois de uma grande tempestade,um menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:

- Vovô!! Me explica como esta figueira, árvore frondosa e imensa, se quebrou, caiu com vento com a chuva, e este bambu tão fraco continua de pé?

- Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento.

O bambu nos ensina várias coisas. A primeira verdade - e a mais importante - é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Ele se curva, é flexível... O bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um Bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também.

Todos nós os precisamos aprofundar nossas raízes.... Outra lição: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado sabe que vai precisar deles.

O bambu nos ensina olhar para o alto e não criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável.

Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subir. O bambu é oco, vazio... Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes.

E assim, olhando a natureza, o avô deu uma lição simples ao netinho. Que pode servir para todos nós...